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O 2 DE JULHO

Comemoração da Independência da Bahia
Em 7 de setembro de 1822, o Brasil já tinha se tornado independente. Mas, nessa época, a Bahia já não era a sede do governo e Portugal tentava mantê-la dominada politicamente através da colocação de um português como governador das armas, em substituição de um brasileiro. Portanto, tornou-se necessária a articulação dos baianos para a sua libertação política em relação a metrópole.

Houve a tomada do forte de São Pedro e a ocupação de toda a cidade do Salvador pelo governador e sua tropa. Nesse momento, quartéis e conventos foram invadidos, foi quando assassinaram a madre superiora do Convento da Lapa, Joana Angélica.

Cidades como São Francisco do Conde, Santo Amaro e Cachoeira aderiram à luta. Sendo a Batalha de Pirajá, em 08 de novembro de 1822, um dos episódios mais marcantes desse confronto.
Uma figura herórica e sempre lembrada nas comemorações é Maria Quitéria de Jesus Medeiros, integrante do batalhão de voluntários do Príncipe D. Pedro.

Delineados alguns acontecimentos e figuras importantes dessa luta pela independêcia, retornamos a data 2 de julho de 1823, quando a chegada do exército e marinha tornaram a Bahia vitoriosa e livre.

Por isso, que ao comemorarmos essa data importante da nossa história sempre participam as figuras heróicas, acrescentando a figura do Caboclo e da Cabocla(Catarina Paraguaçu), além do exército pacificador e do governo baiano. (veja a programação do 2 de Julho em Salvador)

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